Autor: Mario Quintana

A morte deveria ser assim: um céu que pouco a pouco anoitecesse e a gente nem soubesse que era o fim...Lá dentro apenas sopra um ar, de morte.Na mesma pedra se encontram, Conforme o povo traduz, Quando se nasce - uma estrela, Quando se morre - uma cruz. Mas quantos que aqui repousam Hão de emendar-nos assim: Ponham-me a cruz no princípio... E a luz da estrela no fim!